O poema da f*da
Neste Brasil imenso,
Quando chega o verão,
Não há um ser humano,
Que não fique com tesão.
Uma terra danada,
Um paraíso perdido.
Onde todo mundo fode,
Onde todo mundo é fodido.
Fodem velhos, fodem velhas,
Fode cão, fodem cadelas.
E pra ficar com cabaço,
Fodem o cú das donzelas.
Fodem moscas e mosquitos,
Fode aranha e escorpião,
Fodem pulgas e carrapatos,
Fodem empregadas com patrão,
Os brancos fodem os negros,
Com grande consentimento,
Os noivos fodem as noivas,
Muito antes do casamento.
General fode Tenente,
Coronel fode Capitão.
E o Presidente da República,
Vive fudendo a nação.
Os freis fodem as freiras,
O padre fode o sacristão,
Até na igreja de crente,
O Pastor fode o irmão.
Todos fodem neste mundo,
Num capricho derradeiro.
E o danado do Dentista,
Fode a mulher do Padeiro.
Parece que a natureza,
Vem a todos nos dizer,
Que vivemos neste mundo,
Somente para fuder.
E você, meu nobre amigo,
Que agora esta a se entreter,
Se não gostou da poesia,
Levante e vá se fuder!!!






4 de setembro de 2010 às 23:24
In Brazil a lot,
When summer arrives,
There is a human being,
It does not get horny.
A land damaged,
A paradise lost.
Where everyone fucks,
Where everyone is fucked.
Old fuck, fuck old,
Dog fuck, fuck bitches.
And to stay with gourd,
Fuck ass of maidens.
Fuck flies and mosquitoes,
Fode spider and scorpion
Fuck fleas and ticks,
Employed fuck with boss
Whites fucking blacks,
With great consent
Fuck brides grooms,
Long before the wedding.
Lieutenant General fode,
Fode Colonel Captain.
And the President,
Live fucking nation.
Friars fuck nuns,
Father fucks the sexton,
Even in the church of believers,
Pastor fucks her brother.
All fuck this world
On a whim final.
And damned Dentist,
Fode of Baker’s wife.
It seems that nature,
Come tell us all,
We live in this world,
Just to fuck.
And you, my noble friend,
That is now to be entertained,
If you do not like poetry,
Get up and go fuck yourself!